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Ultimamente tenho recebido algumas mensagens onde os interlocutores tem me perguntado se é lícito a esposa fazer greve de sexo. Um rapaz mesmo me disse que a esposa usa o sexo como moeda de troca, e que se ele não se "comportar" como deveria, ela lhe nega o sexo. Ora, mas, o que a Bíblia tem a dizer sobre isso? Por acaso seria lícito a mulher agir desta forma? Deveria ser o sexo usado como uma forma de barganha? As Escrituras corroboram com a ideia de greve sexual?


Paulo ao escrever a igreja de Corinto disse: “Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois vos ajuntai outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.” (1 coríntios 7:5). 


Caro leitor, segundo o ensino de Paulo não deve haver entre o casal casado, privação sexual, salvo por consentimento mútuo em virtude do jejum e oração, o que desconstrói a ideia de greve de sexo ou mesmo o uso dele para conquistar alguma coisa no casamento.  


A resposta do porque dessa sentença paulina é simples. A "abstinência sexual" deve ser curta a fim de que Satanás não tente o casal com propostas indecorosas, dentre estas o adultério. 


Isto posto, oriento as esposas, e claro, também os esposos, a não usarem o sexo como barganha ou moeda, visto que isso poderá lhes trazer problemas no futuro

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