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A pandemia de coronavírus que tomou conta do planeta tem levado muitos cristãos a afirmação de que a disseminação do Covid-19 aponta de forma efetiva para o início da grande tribulação. Alias, a Bíblia, trata de forma objetiva da grande tribulação denominando esse período da história como um tempo de angústia e dificuldade, como nunca antes visto na terra. (Marcos 13:19-20; Daniel 9:27; Mateus 24:15-21; Lucas 21:11; Jeremias 30:07; Apocalipse 6:15-17)

A questão é: Será que o coronavírus inaugurou esse período? Será que estamos no início deste tempo de desolação e desespero? Penso que não, até porque, as Escrituras nos trazem algumas balizas que se observadas, desconstruirão de forma simples e singela essa ideia, senão vejamos:

1-) A grande tribulação antecederá a vinda de Cristo e ainda que estejamos vivendo a intensificação daquilo que a Bíblia chama de dores de parto, os sinais de sua volta ainda não se cumpriram por completo. (Marcos 13:14-23)

2-) A igreja experimentará uma grande apostasia. Contudo, ainda que tenhamos as marcas de apostasia pelo mundo, penso que isso ainda não significa o cumprimento do ensino paulino sobre o que antecederá a manifestação do anticristo e por conseguinte a volta de Jesus. (II Tessalonicenses 2:03)

3-) A manifestação do Anticristo. Na verdade, entendo à luz da Palavra de Deus que o surgimento do anticristo inaugurará a grande tribulação. (II Tessalonicenses 2:03). Vale a pena ressaltar que o Senhor Jesus afirmou que quando ele surgir dará início a um período que nunca houve igual no mundo, o que difere das tragédias e guerras mundiais, como também das pandemias e doenças que já tivemos no planeta os quais jamais puderam ou mesmo poderão dar início a grande tribulação. (Marcos 13:14-23).

Isto posto, entendo o coronavírus, assim como outras tragédias vivenciadas pelo mundo, faz parte das dores de parte proferidas por Jesus e não do inicio da chamada grande tribulação.

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